Queridos estamos disponibilizando o site da UNIÃO NET. A União Net é uma rede de divulgação missionária que conta com mais de 5.000 páginas de informação atualizada "semanalmente" das reais condições nos campos Missionários espalhados pelo globo. A União Net é um site eminentemente de divulgação e não possui nenhum tipo de vínculo pecuniário com qualquer empresa ou agência, fato que denota perfeitamente a lisura do trabalho. Visite o site e descubra a realidade de boa parte de nossos amados irmãos.
http://www.uniaonet.com/
Conselho Missionário
Pela supremacia de Cristo sobre todas as coisas, para alegria de todos os povos!
quarta-feira, 29 de junho de 2011
AVISOS
1 - Sábado a tarde às 16:00 hs estaremos saindo para evangelizar nas comunidades próximas a igreja, todos estão convidados a participar.
2 - A noite, a partir das 19:30 hs estaremos realizando mais uma "Reunião de Oração" com os jovens. Tem sido uma benção. Participe!
3 - Os irmãos que ainda não trouxeram as fichas de divulgação da Missão Portas Abertas, tem até o próximo Domingo para trazer. Não esqueça, os irmãos perseguidos dependem de nosso apoio!
Att,
2 - A noite, a partir das 19:30 hs estaremos realizando mais uma "Reunião de Oração" com os jovens. Tem sido uma benção. Participe!
3 - Os irmãos que ainda não trouxeram as fichas de divulgação da Missão Portas Abertas, tem até o próximo Domingo para trazer. Não esqueça, os irmãos perseguidos dependem de nosso apoio!
Att,
terça-feira, 28 de junho de 2011
A CIDADE DOS MORTOS
Na cidade do Cairo, capital do Egito, cerca de um milhão de pessoas se aglomeram num complexo habitacional pouco ortodoxo. Este conjunto de residências em muito difere do que estamos acostumados a ver, ou mesmo, a habitar. Trata-se do conglomerando de vários cemitérios que ocupam uma boa parte da cidade (cerca de 7 Km) e que por suas características tem recebido o exótico nome de “A Cidade dos Mortos”.
Esta fantástica “necrópole” abriga, além de pessoas e sepulturas, mesquitas, escolas, butiques, vendedores ambulantes, polícia, água, eletricidade e alguns outros utensílios que transformaram esta necrópole num bairro vivo. Segundo a repórter Ángeles Espinosa, que visitou o local, os desabrigados vivem em meio às tumbas (que nada lembram as nossas por causa da tradicional pompa egipcía oriunda dos tempos dos faraós), único alojamento disponível dessa capital superpovoada.
Apesar de não ser nada pragmático, o conviver com os mortos não é algo novo, remonta a muitos anos em nossa “jornada” e passou por vários estágios. A princípio as pessoas que eram acometidos pelo “Único Mal Irremediável” (para citar um dos nossos), eram depositadas em Catacumbas, as quais posteriormente também serviram para cultos cristãos em meio as perseguições. Estas perseguições, por sua vez, geravam várias mortes de cristãos que se negavam a renunciar sua fé e transformavam-se em mártires. As pessoas que iam morrendo posteriormente, tendo em mente a “promessa do ressurgimento” quando da parousia, eram enterrados próximas a estes mártires, pois, no pensamento dos que empreendiam o velório, esta proximidade lhes garantiria uma “maior proteção” (e dava origem aos primeiros cemitérios).
Com o passar dos anos, este conglomerado de sepulturas recebeu também um local de culto, as posteriormente conhecidas Basílicas, que além de sua função religiosa também serviam para sepultar os mortos. Dentre estas, a mais conhecida de todas é sem dúvida alguma a Basílica de São Pedro, situada no Vaticano e que também possui sua conhecidíssima Necrópole.
Esta prática de se enterrar cadáveres em “solo sagrado” expandiu-se a ponto de as pessoas não mais enterrar os mortos em espaços comuns, mas, em cemitérios (agora firmados) que estivessem próximos a locais de culto. Todavia, só quem possuia acesso a esse tipo de “serviço” eram os ad sanctum (na tradução do meu pobre latim frustrado) os mais ricos. Esta prática tomou proporções inimagináveis na alta idade média, a ponto das igrejas abrigarem mais e mais cadáveres confundindo-se adoração e sepultamento. Por causa da demanda, os túmulos individuais foram se tornando cada vez mais escassos, pois, nas igrejas, tendo em vista o espaço, as pessoas eram esterradas num mesmo local sem especificação alguma. Esta coletividade se acentuou ainda mais Com o advento da peste negra, pois, os cemitérios (igrejas) ficaram sobremaneira abarrotados (não de adoradores em busca de salvação, mais de defuntos em busca de um pedaço de chão), fato que forçou a criação de sepulturas também nos espaços anexos aos templos (os chamados passos). A solução para este abarrotamento apenas surgiu com o passar dos anos, pois, com a proliferação dos fiéis os atos funebres se tornaram cada vez mais religiosos, o que necessariamente diminuia a obrigatoriedade de um túmulo in loco. Assim, os cemitérios passaram a existir também em locais onde antes não haviam igrejas, embora, elas fossem construídas depois (fato que ocorre até hoje só que em proporções menores, capelas).
Também contribuiu para pluralização dos locais de sepultamento a secularização cada vez mais presente no cotidiano das pessoas (rastro do iluminismo), bem como as profícuas preocupações médicas por causa do alto contato com os mortos (principalmente em meados do século XVIII na Alemanha e na França), as quais modificaram drasticamente a forma como os velórios ocorriam (agora restritos aos familiares), transformando também os locais de sepultamento, os quais passaram a ser mais isolados e higiênicos (eu sei, também não concordo, mas é a história, fazer o quê?) moldando a forma dos cemitérios e aproximando-os dos modelos que possuimos atualmente.
Com isso em mente, perceba que não só culturalmente como acabamos de ver ao longo da história e atualmente com “A Cidade dos Mortos” situada Egito, mas, em todo o tempo (agora falo espiritualmente), conforme relato bíblico, vivos e mortos (crentes e descrentes) dividem o mesmo espaço, com a única premissa de que estes últimos (descrentes) ainda podem mudar sua situação.
Observe!
Quando da escolha dos seus seguidores, Jesus empreendeu o seguinte diálogo visando por à prova aqueles que realmente tinham o interesse de segui-lo:
A outro disse Jesus: Segue-me! Ele, porém, respondeu: Permite-me ir primeiro sepultar o meu pai. Mas Jesus insistiu: Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos (Lc 9.59-60a).
A Bíblia sempre foi clara ao associar o pecado com a morte (Rm 6.23). Mas, com o diálogo acima, Jesus tornou ainda mais óbvio que todo aquele que ainda não o recebeu como Salvador (dom gratuito da vida eterna), está morto em seus delitos, uma vez que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Rm 3.23) e a recompença para isso (pecado) é a morte. Perceba que o discípulo pedia para apenas começar a servir a Jesus quando o seu pai falecesse, mas Jesus, o aconselhara a deixar para os mortos o sepultar os seus próprios. O que se percebe é que todo o homem que ainda não recebeu a Jesus é um cadáver ambulante, que tem aspecto de quem vive, mas está morto (porque vivo, vive uma ilusão, e morto, habitará num caldeirão).
Depreende-se, portanto, que todos nós habitamos numa imensa necrópole.
Porque, assim como os egipcíos do Cairo (não literalmente, mas espiritualmente) convivemos com mortos no ônibus a caminho da escola, no cinema quando assistimos a algum filme, no restaurante quando tomamos as refeições, no trabalho, nas ruas, nas casas, enfim... Covivemos com os mortos!
Esta terrível premissa fenomenológica provoca uma insegurança inquietante e facilmente apreciada na seguinte indagação: Eu estou vivo, ou estou morto?
Ora, a resposta é fácil.
Se você, que acabou de ler este artigo, concordou comigo, parabéns! Você está vivo. Mas não apenas vivo, também com a sublime missão de trazer outros a vida (Jo 10.10).
Todavia, se você não concordou (porque ainda não têm Jesus), tenha bastante cuidado, pois, a Palavra é clara:
Os vivos, somente os vivos, esses te louvam como hoje eu faço(Is 38.19a).
Assim...
Meu querido, se você quer viver (?), Aceite a Jesus e tenha vida em abundância nessa imensa necrópole, só que, fora da tumba!
Nas célebres palavras de Horácio...
Carpe diem!
Esta fantástica “necrópole” abriga, além de pessoas e sepulturas, mesquitas, escolas, butiques, vendedores ambulantes, polícia, água, eletricidade e alguns outros utensílios que transformaram esta necrópole num bairro vivo. Segundo a repórter Ángeles Espinosa, que visitou o local, os desabrigados vivem em meio às tumbas (que nada lembram as nossas por causa da tradicional pompa egipcía oriunda dos tempos dos faraós), único alojamento disponível dessa capital superpovoada.
Apesar de não ser nada pragmático, o conviver com os mortos não é algo novo, remonta a muitos anos em nossa “jornada” e passou por vários estágios. A princípio as pessoas que eram acometidos pelo “Único Mal Irremediável” (para citar um dos nossos), eram depositadas em Catacumbas, as quais posteriormente também serviram para cultos cristãos em meio as perseguições. Estas perseguições, por sua vez, geravam várias mortes de cristãos que se negavam a renunciar sua fé e transformavam-se em mártires. As pessoas que iam morrendo posteriormente, tendo em mente a “promessa do ressurgimento” quando da parousia, eram enterrados próximas a estes mártires, pois, no pensamento dos que empreendiam o velório, esta proximidade lhes garantiria uma “maior proteção” (e dava origem aos primeiros cemitérios).
Com o passar dos anos, este conglomerado de sepulturas recebeu também um local de culto, as posteriormente conhecidas Basílicas, que além de sua função religiosa também serviam para sepultar os mortos. Dentre estas, a mais conhecida de todas é sem dúvida alguma a Basílica de São Pedro, situada no Vaticano e que também possui sua conhecidíssima Necrópole.
Esta prática de se enterrar cadáveres em “solo sagrado” expandiu-se a ponto de as pessoas não mais enterrar os mortos em espaços comuns, mas, em cemitérios (agora firmados) que estivessem próximos a locais de culto. Todavia, só quem possuia acesso a esse tipo de “serviço” eram os ad sanctum (na tradução do meu pobre latim frustrado) os mais ricos. Esta prática tomou proporções inimagináveis na alta idade média, a ponto das igrejas abrigarem mais e mais cadáveres confundindo-se adoração e sepultamento. Por causa da demanda, os túmulos individuais foram se tornando cada vez mais escassos, pois, nas igrejas, tendo em vista o espaço, as pessoas eram esterradas num mesmo local sem especificação alguma. Esta coletividade se acentuou ainda mais Com o advento da peste negra, pois, os cemitérios (igrejas) ficaram sobremaneira abarrotados (não de adoradores em busca de salvação, mais de defuntos em busca de um pedaço de chão), fato que forçou a criação de sepulturas também nos espaços anexos aos templos (os chamados passos). A solução para este abarrotamento apenas surgiu com o passar dos anos, pois, com a proliferação dos fiéis os atos funebres se tornaram cada vez mais religiosos, o que necessariamente diminuia a obrigatoriedade de um túmulo in loco. Assim, os cemitérios passaram a existir também em locais onde antes não haviam igrejas, embora, elas fossem construídas depois (fato que ocorre até hoje só que em proporções menores, capelas).
Também contribuiu para pluralização dos locais de sepultamento a secularização cada vez mais presente no cotidiano das pessoas (rastro do iluminismo), bem como as profícuas preocupações médicas por causa do alto contato com os mortos (principalmente em meados do século XVIII na Alemanha e na França), as quais modificaram drasticamente a forma como os velórios ocorriam (agora restritos aos familiares), transformando também os locais de sepultamento, os quais passaram a ser mais isolados e higiênicos (eu sei, também não concordo, mas é a história, fazer o quê?) moldando a forma dos cemitérios e aproximando-os dos modelos que possuimos atualmente.
Com isso em mente, perceba que não só culturalmente como acabamos de ver ao longo da história e atualmente com “A Cidade dos Mortos” situada Egito, mas, em todo o tempo (agora falo espiritualmente), conforme relato bíblico, vivos e mortos (crentes e descrentes) dividem o mesmo espaço, com a única premissa de que estes últimos (descrentes) ainda podem mudar sua situação.
Observe!
Quando da escolha dos seus seguidores, Jesus empreendeu o seguinte diálogo visando por à prova aqueles que realmente tinham o interesse de segui-lo:
A outro disse Jesus: Segue-me! Ele, porém, respondeu: Permite-me ir primeiro sepultar o meu pai. Mas Jesus insistiu: Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos (Lc 9.59-60a).
A Bíblia sempre foi clara ao associar o pecado com a morte (Rm 6.23). Mas, com o diálogo acima, Jesus tornou ainda mais óbvio que todo aquele que ainda não o recebeu como Salvador (dom gratuito da vida eterna), está morto em seus delitos, uma vez que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Rm 3.23) e a recompença para isso (pecado) é a morte. Perceba que o discípulo pedia para apenas começar a servir a Jesus quando o seu pai falecesse, mas Jesus, o aconselhara a deixar para os mortos o sepultar os seus próprios. O que se percebe é que todo o homem que ainda não recebeu a Jesus é um cadáver ambulante, que tem aspecto de quem vive, mas está morto (porque vivo, vive uma ilusão, e morto, habitará num caldeirão).
Depreende-se, portanto, que todos nós habitamos numa imensa necrópole.
Porque, assim como os egipcíos do Cairo (não literalmente, mas espiritualmente) convivemos com mortos no ônibus a caminho da escola, no cinema quando assistimos a algum filme, no restaurante quando tomamos as refeições, no trabalho, nas ruas, nas casas, enfim... Covivemos com os mortos!
Esta terrível premissa fenomenológica provoca uma insegurança inquietante e facilmente apreciada na seguinte indagação: Eu estou vivo, ou estou morto?
Ora, a resposta é fácil.
Se você, que acabou de ler este artigo, concordou comigo, parabéns! Você está vivo. Mas não apenas vivo, também com a sublime missão de trazer outros a vida (Jo 10.10).
Todavia, se você não concordou (porque ainda não têm Jesus), tenha bastante cuidado, pois, a Palavra é clara:
Os vivos, somente os vivos, esses te louvam como hoje eu faço(Is 38.19a).
Assim...
Meu querido, se você quer viver (?), Aceite a Jesus e tenha vida em abundância nessa imensa necrópole, só que, fora da tumba!
Nas célebres palavras de Horácio...
Carpe diem!
sexta-feira, 24 de junho de 2011
O SENHOR TE CHAMA JOVEM!
Vivemos em uma geração completamente corrupta onde os prazeres do mundo são maiores que os prazeres Espirituais. Estamos enfrentando momentos difíceis, principalmente com os nossos jovens. As dificuldades de um mundo que jaz no maligno estão aí – vícios, prostituição, prazeres da carne. Além disso, temos os nossos próprios problemas, tais como: Falta de motivação, de renúncia, de santificação [...].
Percebemos, nos dias atuais, que os jovens estão buscando aproveitar sua juventude se deleitando com os banquetes que o mundo oferece, e isto por conta de um único motivo; sabe qual? Um vazio que só Deus pode preencher! Mas, infelizmente, isto é de difícil compreensão, pois os jovens estão buscando sua alegria nas baladas da vida, nas mulheres, no dinheiro, onde de fato eles nunca irão encontrar, sabe por quê? As baladas se acabam, as mulheres se esvaem e o dinheiro logo passa. Contudo, a palavra do Senhor permanece eternamente.
Por: Rodrigo Azevêdo Morais
Percebemos, nos dias atuais, que os jovens estão buscando aproveitar sua juventude se deleitando com os banquetes que o mundo oferece, e isto por conta de um único motivo; sabe qual? Um vazio que só Deus pode preencher! Mas, infelizmente, isto é de difícil compreensão, pois os jovens estão buscando sua alegria nas baladas da vida, nas mulheres, no dinheiro, onde de fato eles nunca irão encontrar, sabe por quê? As baladas se acabam, as mulheres se esvaem e o dinheiro logo passa. Contudo, a palavra do Senhor permanece eternamente.
Na verdade, as pessoas podem te decepcionar, seus amigos podem te dar valor apenas quando você esbanja dinheiro ou “tira onda” com um carrão. Entretanto, Deus é aquele amigo que está contigo nos momentos mais difíceis da sua vida; Deus não está com você apenas nos momentos de alegria; mas nos momentos mais tristes e difíceis também. Ele estará ao teu lado, te consolando, te dando a mão para te ajudar a levantar e recomeçar. Diante dessas coisas, que possamos parar e refletir. Chega de colocar várias coisas acima de Deus, chega de tentar preencher o lugar que é do Senhor com várias outras coisas. Ele é a maior de todas as bênçãos!
O problema é que temos procurado nossos próprios desejos, nossos próprios sonhos, ao invés de entregar tudo na mão do Senhor e descansar – sabendo que Ele é poderoso para realizar tudo em nossas vidas. Um dos sonhos de muitos jovens é entrar na universidade (ter um curso superior), sem dúvida este é o sonho da maioria. Não obstante, (eles) pensam que quando conseguirem este objetivo estarão completamente preenchidos, não precisando de mais nada nessa vida. Afinal, um curso superior é maravilhoso, você não acha? Pois é, eu também achava. Contudo, não acho mais. O fato é que assim como muitos, (eu) pensava que uma universidade iria me fazer feliz para sempre, mais como disse o profeta Salomão “é tudo vaidade”.
Nestes dias, Deus tem me ensinado que “para ser feliz”, eu dependo exclusivamente d’Ele, e de nada mais. Estou convicto que assim como Ele tem acrescentado em minha vida tudo o mais virá naturalmente. Desta forma, que você possa colocar o Senhor em primeiro lugar na sua vida, na certeza que quando Deus estiver acima de tudo; irá te entregar aquilo que você tanto deseja. Não tenha dúvidas – você será uma pessoa mais que feliz. Se dedique em proclamar a palavra de Deus, tenha amor pelos perdidos, busque ao Senhor todo o tempo, mesmo que você pense estar sem forças. O Senhor é tua fortaleza.
Entretanto, em meio a tudo isto eu gostaria de lhe dizer que Deus conta com você. Deus está à procura de jovens que o estimem de verdade, que estejam dispostos a proclamar o seu reino, jovens que o amem e não ao mundo. Todavia, para nossa tristeza, estamos em tempos onde os nossos jovens estão sendo mais influenciados pelo mundo do que o influenciando – o que é terrível.
“Porque haverá homens amantes de si mesmos , avarentos , presunçosos , soberbos , blasfemos , desobedientes a pais e mães , ingratos , profanos , sem afeto natural , irreconciliáveis , caluniadores, incontinentes , cruéis, sem amor para com os bons , traidores, obstinados , orgulhosos , mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade , mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te” II Tm 3.2-5
A inversão de valores em nossa geração é lamentável. Por causa do grau de envolvimento com o mundo, o jovem tem sido um dos mais prejudicados. Em conseqüência; a igreja tem sofrido grandemente no que diz respeito aos vocacionados. Como resultado, o que vemos são jovens que amam mais os prazeres carnais do que a Deus, sendo, talvez, a razão de termos salas de seminários vazias, bancos de igreja sobrando e pessoas perecendo num mundo tenebroso.
Desta forma, o que nós que “ainda restamos” estamos fazendo? É hora de levantar e combater este mundo jovens! Não podemos perde nossa geração, não podemos entregar nossa geração nas mãos do maligno!
“Eu vos escrevi, mancebos , porque sois fortes , e a palavra de Deus está em vós , e já vencestes o maligno ”. I Jo 2.14b
Se você é um jovem que ama ao Senhor, minha oração é para que Deus te conceda amor pelas almas perdidas. Oro para que Ele te faça compreender o que de fato é importante em sua vida, te dando forças para descansar na certeza de que as demais coisas vos serão acrescentadas. Oro para que o Senhor te motive e te faça compreender que nós só temos essa geração, de modo que não podemos nem "pensar" perdê-la, pois, uma alma vale mais que o mundo inteiro. Se liga,
...este é o chamado do Senhor.
Deus vos abençoe!
FESTA JUNINA, CULTURA OU RELIGIÃO?
2 Coríntios 6:14 a 7:1
Cristo X O Maligno
Crente X Incrédulo
Santuário de Deus X Ídolos
No Antigo testamento a palavra hebraica mais usada (cerca de 116 vezes) para descrever “santo” é “QADOSH”, que significa “separado”. No Novo Testamento a palavra grega para “santo” é “ÁGIOS”, que aparece 230 vezes de Mateus a Apocalipse, e significa “separados pelo Senhor como Sua possessão peculiar”.
“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus…” – 1 Pedro 2.9
Onde eu quero chegar? Hoje é uma grande oportunidade para o povo santo cometer um desrespeito a DEUS, praticar a idolatria de forma imperceptível, O maligno é astuto e usa de estratégias sutis para que esse povo santo desvie a adoração que deve ser para DEUS e pratica uma impureza espiritual idolatrando a João.
Ainda hoje o dia 24 de junho é largamente celebrado na Escandinávia, na Alemanha e na Finlândia com fogueiras pagãs.
A partir da década de 1970, Gradativamente, as festas juninas foram perdendo a imagem de religioso e místico assumindo um papel de preservação da cultura. Atualmente, não apenas escolas, mas até igrejas evangélicas têm realizado eventos juninos,
Há adoração aos “santos”, é e condenada qualquer atividade que esteja ligada à idolatria (Êxodo 20.3 ao 5). “Qualquer tipo de festa que tenha por finalidade adorar alguém é condenável”, DEUS não divide a glória dELE com ninguém
Autor: Fábio Alves (Fabinho)
O cristão tem que ter um relacionamento muito próximo com a palavra de DEUS.
Encontramos em Oséias 4: 6ª: O meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento , devemos buscar na palavra de DEUS as respostas e valorizar aquilo que a palavra nos diz pois é DEUS nos instruindo como devemos viver
Nestes versículos, DEUS através de Paulo destaca a importância da santificação na vida dos cristãos. Não pode haver concordância entre as coisas de Deus e as do Maligno. Observe os contrastes:
Justiça X Iniqüidade
Luz X TrevasCristo X O Maligno
Crente X Incrédulo
Santuário de Deus X Ídolos
Não há comunhão, é impossível!
Nos versículos 16 a 18, Paulo usa várias citações do Velho Testamento sobre o povo santo.
Entendam: somos um povo santo, 1 entregamos nossa vida a CRISTO, 2 nos separamos da pratica do pecado e 3 vivemos para a glória de DEUS,
No Antigo testamento a palavra hebraica mais usada (cerca de 116 vezes) para descrever “santo” é “QADOSH”, que significa “separado”. No Novo Testamento a palavra grega para “santo” é “ÁGIOS”, que aparece 230 vezes de Mateus a Apocalipse, e significa “separados pelo Senhor como Sua possessão peculiar”.
“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus…” – 1 Pedro 2.9
O cristão é separado, diferente , especial. Santuário do DEUS vivo
Deus desejava um povo santo em Israel, mas os hebreus não cumpriram sua responsabilidade. Então, ele começou a profetizar sobre um povo santo e cumpriu as profecias em Israel espiritual, a igreja. Hoje, em Cristo, participamos da comunhão do Todo-Poderoso que habita entre os cristãos.
Paulo concluiu o capítulo 6 com um apelo à santidade. Ele citou as grandes promessas da comunhão com Deus, dizendo que Deus anda e habita no meio dos fiéis.
7:1
Baseado nas grandes promessas de comunhão com Deus, Paulo pede a cada discípulo:
Baseado nas grandes promessas de comunhão com Deus, Paulo pede a cada discípulo:
(1) Purificar-se de toda impureza
(a) da carne (imoralidade, obras da carne).
(b) do espírito (idolatria, doutrinas e práticas erradas). Idolatria é uma impureza espiritual
(2) Aperfeiçoar a santidade com reverência e respeito para com Deus.
Onde eu quero chegar? Hoje é uma grande oportunidade para o povo santo cometer um desrespeito a DEUS, praticar a idolatria de forma imperceptível, O maligno é astuto e usa de estratégias sutis para que esse povo santo desvie a adoração que deve ser para DEUS e pratica uma impureza espiritual idolatrando a João.
Festa de João, o crente participa ou não? Assunto polêmico, cultura, folclore ou religião?
Vejamos o evento foi trazida na colonização pelos portugueses, um país extremamente católico Romano, o que acontece nessa época: missas, rezas, oferendas, batismos, fazer ou pagar promessas, simpatias, o catolicismo é o incentivador, então é religioso
A explicação de que fazer fogueira decorre da lenda de que Izabel para avisar do nascimento de João Batista seu filho acende uma fogueira para que sua prima Maria ao ver a fumaça ao longe entenderia não procede, pois fogueira em honra a deuses pagãos é um costume muito anterior.
Celebração do solstício de verão (dia mais longo do ano, 23 ou 24 de junho), que marcava o início das colheitas, se acendia fogueiras e faziam oferendas, já aproveitavam e pediam por boa colheita. O catolicismo simplesmente incorpora essas celebrações ao seu calendário papal quando conquista esses povos 24 de junho era celebrado pelos druidas com fogos de artifícios em honra ao deus Baal e para afugentar maus espíritos. Quando este dia tornou-se dedicado a São João, os fogos sagrados também foram adotados, interessante que como já haviam determinado a data de 25 de Dezembro para o nascimento de Jesus como essa data é exatos 6 messes antes, instituíram de acordo com o cap. 1 de Lucas o nascimento de João batista
Ainda hoje o dia 24 de junho é largamente celebrado na Escandinávia, na Alemanha e na Finlândia com fogueiras pagãs.
A partir da década de 1970, Gradativamente, as festas juninas foram perdendo a imagem de religioso e místico assumindo um papel de preservação da cultura. Atualmente, não apenas escolas, mas até igrejas evangélicas têm realizado eventos juninos,
Há adoração aos “santos”, é e condenada qualquer atividade que esteja ligada à idolatria (Êxodo 20.3 ao 5). “Qualquer tipo de festa que tenha por finalidade adorar alguém é condenável”, DEUS não divide a glória dELE com ninguém
Fomos escolhidos e chamados por Deus, que nos resgatou, nos tirou das trevas abrindo os nossos olhos, é uma festa religiosa, católica romana que alguma participação configura em idolatria
Mateus 3: 11 ao 15 João batista afirma não ser digno de nada e sim JESUS
Quem está por trás da comida oferecida aos “santos”? O diabo (temos tantos dias, justo hoje no ápice do evento sem sabedoria vamos nos envolver?)
Acredite é o mesmo que está por trás das oferendas do candomblé! Só mudam os nomes, locais e festas.
Vejamos o que diz I cor 10:20
Infelizmente eles estão na ignorância, eu e você não! DEUS te concedeu o Espírito Santo que te esclarece.
Lembre-se:
Você é santo, separado, diferente, especial, santuário do DEUS vivo
CONCLUSÃO:
1. NÃO PODEMOS AGIR COMO IGNORANTES (Ingênuos, imprudentes, néscios)
2. SE TEMOS O CONHECIMENTO DE QUE ALGO É CONSAGRADO A ÍDOLOS, DEVEMOS NOS ABSTER
3. TEMOS A RESPONSABILIDADE DE ENSINAR NOSSOS FILHOS A SE POSICIONAREM –
2. SE TEMOS O CONHECIMENTO DE QUE ALGO É CONSAGRADO A ÍDOLOS, DEVEMOS NOS ABSTER
3. TEMOS A RESPONSABILIDADE DE ENSINAR NOSSOS FILHOS A SE POSICIONAREM –
Não podemos transferir para a Igreja a responsabilidade que é nossa
4. PRECISAMOS FUGIR DE TODA A APARÊNCIA DO MAL
Autor: Fábio Alves (Fabinho)
quarta-feira, 22 de junho de 2011
AVISOS
Olá irmãos, Graça e Paz!
Queridos, informamos que no próximo Sábado (25/06), estaremos saindo para evangelizar. Vamos nos reunir na Igreja, após o ensaio do grupo Arte e Vida e sairemos as 16:00 hs. Todos os folhetos serão disponibilizaodos pelo Conselho Missionário. Toda igreja está convidada - não perca!!!
No mesmo dia - Sábado (25/06), estaremos realizando a Oração dos Jovens, será as 19:30 hs. Gostaríamos de contar com a presença de todos os irmãos. Na oportunidade o irmão Isaías Gabriel estará dirigindo o trabalho, enquanto que o irmão Rodrigo, estará trazendo a Palavra. Estejam orando - será uma benção!!!
Conselho Missionário
Queridos, informamos que no próximo Sábado (25/06), estaremos saindo para evangelizar. Vamos nos reunir na Igreja, após o ensaio do grupo Arte e Vida e sairemos as 16:00 hs. Todos os folhetos serão disponibilizaodos pelo Conselho Missionário. Toda igreja está convidada - não perca!!!
No mesmo dia - Sábado (25/06), estaremos realizando a Oração dos Jovens, será as 19:30 hs. Gostaríamos de contar com a presença de todos os irmãos. Na oportunidade o irmão Isaías Gabriel estará dirigindo o trabalho, enquanto que o irmão Rodrigo, estará trazendo a Palavra. Estejam orando - será uma benção!!!
Conselho Missionário
terça-feira, 21 de junho de 2011
ESTUDO SOBRE AS BEM-AVENTURANÇAS
“Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus” Mt 5.9
Introdução
Desde tempos imemoriais a sociedade clama por um convívio mais fraterno entre os seres humanos espalhados pela face do globo. Segundo os teóricos contratualistas que foram grandemente utilizados na formação dos estados modernos, “o homem vive em sociedade por que sem ela, ele não teria as mínimas condições de sobrevivência”. Sendo esta premissa o que fomentou o inicio das primeiras sociedades (contratos) entre seres humanos, os quais visavam: mútua proteção contra inimigos e predadores, melhores condições de caça, ajuda para os afazeres etc. Ademais, é fato comprovado que o homem precisa de seus semelhantes para angariar as condições necessárias a própria sobrevivência. Esta idéia não partiu do coração do homem, mas, do próprio Deus, quando disse: “Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea” (Gn 2.18). A vontade de Deus em o homem (mulher) constituir família era produzir um ambiente que lhe desse as condições que ele precisava para sobreviver e ser feliz! Sendo o que aconteceu.
Mas, infelizmente, conforme nos diz Salomão, “Eis que tão somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias” (Ec 7.29). O homem foi de encontro à vontade de Deus para sua vida, e, deliberadamente, passou a perseguir e assassinar o seu semelhante, a pessoa que tinha a responsabilidade de ajudá-lo (Gn 4.8). As coisas entre os homens foram ficando cada vez piores ao longo dos tempos, chegando às proporções que vivenciamos hoje. Atualmente, o órgão mundial que visa dirimir o ódio e a opressão de uns sobre outros é a Organização das Nações Unidas (ONU), cujo lema é “Uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra” (Is 2.4b). Tal lema é uma tentativa do homem de voltar ao projeto original de Deus – um convívio harmônico e fraterno.
1 – Bem-aventurados os pacificadores...
Conforme temos aventado, não é bom que o homem esteja só. Ele precisa de outras pessoas para ser feliz – A felicidade só é real quando é compartilhada! Entretanto, por causa do pecado, o homem passou a odiar o seu semelhante, perseguindo-o e matando-o. O homem subverteu a ordem de Deus e tem pago um alto preço por isso. Como Tiago nos prova claramente: “De onde procedem guerras e contendas que há entre vós? De onde, se não dos prazeres da vossa carne?” (Tg 4.1). O
homem passou a ser o único animal que mata e persegue o seu semelhante – o predador natural de sua própria espécie.
Neste contexto beligerante, o mundo clama – paz! Mas de onde pode vir à paz? De governos corruptos? De mentes depravadas que só pensam em se dar bem? Onde encontrar paz num mundo que respira guerras? Resposta: No povo de Deus! O povo do “Livro” é a resposta para este mundo aflito, o sal que não permite que o mundo venha apodrecer de vez; a luz que não permite que o mundo venha ser de todo trevas. Esse é o ensinamento que aprendemos com Cristo desde o primeiro dia em que o conhecemos: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomais sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para vossa alma. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt 11.28-30). Jesus veio nos ensinar que o caminho correta a ser seguido é o caminho da paz, e felizes são aqueles que por ele trilharem...
2 – Porque serão chamados filhos de Deus.
Não será fácil clamar paz, num mundo onde os homens clamam guerra! Mas o Senhor nos advertiu, “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo tereis aflições; mas tende bom animo; eu venci o mundo” (Jo 16.33). Jesus nos ensina a fazer a diferença, sabemos que não é bom que o homem esteja só, então, nessas condições, alguém tem que sofrer o dano para que o amor possa ser percebido, o mundo nos diz “olho por olho” (Talião), Jesus nos diz “ame os seus perseguidores” (Mt 5.44); no próprio sermão que estamos estudando o Senhor nos diz, “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que ti ferir na face direita, volta-lhe também a outra; e, ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe também a capa. Se alguém te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas. Dá a quem te pedes e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes” (Mt 5.38-42).
Por isso os pacificadores serão chamados filhos de Deus, por que estarão fazendo a sua vontade quando todo o mundo faz justamente o contrário, eles verão a Deus por que sofreram por Ele e agora serão recompensados; não que se trate de uma espécie de barganha, mas, aprouve a Deus recompensar aqueles que o amam (Hb 11.6). Ame os seus inimigos, ensina Jesus; se você ama apenas os seus amigos o que você estará fazendo? Os ímpios também agem da mesma forma! Jesus nos diz, “Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mt 5.48). O cristão está no mundo para torná-lo melhor, pois, assim Deus é glorificado; o Senhor tem lhe colocado aqui para amar todos os seus semelhantes, até aqueles que te querem mal. Sabemos que esta é uma tarefa dificílima, entretanto, aqueles que a fizerem – “verão a Deus”. Portanto, amemo-nos uns aos outros, e que o Senhor nos ajude!
Questões:
1 – Porque o mundo anda tão violento e insensato?
2 – Porque os pacificadores são bem-aventurados?
3 – Qual deve ser a postura do cristão em meio a um mundo onde o ódio é pregado diariamente?
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